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Escrever é desfazer-se de seus remorsos e rancores, vomitar seus segredos.(Cioran)



Será possível estabelecer alguma relação entre a "representação" em Schopenhauer e o "representar" em Peirce, do ponto de vista da Semiótica?

...

Peirce define representar como estar em lugar de..., isto é, estar numa tal relação com um outro que, para certos propósitos, é considerado por alguma mente como se fosse esse outro.

...

Schopenhauer compreende o mundo como representação e vontade.

O autor diz:

"O mundo é minha representação."

A representação implica em dois aspectos importantes: o sujeito da representação, que é o que tudo conhece e não é conhecido por ninguém; e o objeto da representação que é condicionado pelo tempo, pelo espaço e pela causalidade. O sujeito, para ele, estaria fora do tempo, sendo uno, indiviso, em todos os seres humanos capazes de representação.

Caso o sujeito deixe de existir, deixa de existir com ele o mundo representado.

O homem, como representação é um fenômeno, assim como o mundo. Ambos são vontade. O corpo do homem, para este autor, é a objetivação da vontade, ou seja, do em-sí do homem.



Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 09h16
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Os limites da retórica de mercado

Uma das mais tarimbadas agências do país, com vinte anos de janela, a DM9DDB se meteu num vespeiro, mês passado, com a repercussão mundial de uma campanha publicitária criada para a WWF, organização não governamental dedicada à conservação da natureza.

A peça, composta pelo impresso Aviões e pelo filme Tsunami, lança uma centena de aviões contra o World Trade Center. No filme, a cena escurece para dar lugar a letreiros com a premissa retórica que sustenta o anúncio:

"O tsunami matou 100 vezes mais pessoas do que o 11 de setembro". Em seguida, o apelo à reflexão: "Nosso planeta é poderoso. Respeite e preserve".

Além do erro conceitual (tsunamis são fenômenos geológicos, não relacionados à destruição da natureza pelo homem) e da premissa controversa (o paralelo entre ato terrorista e mudança ambiental), a campanha pôs em xeque um dos pilares da retórica publicitária desde a era dos reclames: a interpretação (programada) das mensagens que veicula.

(Luiz Costa Pereira Junior, revista Língua)



Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 22h02
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Com R$ 1,5 bi, Santander quase dobra lucro no Brasil em um ano

pois bem, o fato de eu não acreditar no Brasil... não quer dizer que, por exemplo, o Banco $antander não acredite... 



Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 11h37
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estou cansado do estalar dos meus ossos... estou cansado da dor dos meus músculos... estou cansado de ver o que vejo... estou cansado de ouvir o que ouço... estou cansado de dizer o que digo... estou cansado de pensar o que penso... estou cansado de ser o que sou...



Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 23h09
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luxo de consciênciaf



Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 00h27
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Eu não acredito no Brasil!



Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 19h55
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ARTE DE ESCREVER
Ricardo Campos Soares





criador de Theo Molinde
carioca fervoroso
cidadão do grão
escritor convicto
filósofo praticante
jornalista penitente




devoto...
(do tipo fundamentalista)
...de nossa senhora da literatura


cronista...
(do tipo novos talentos )
...do livro Blônicas 2 -
A vez dos leitores



JÁ É !!!




















































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