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Liberal, Libertário e Libertino Achei muito interessante essa apresentação... "Quem sou eu Meu nome é Alex Castro e tenho 33 anos. Poderia dizer aqui tudo o que eu já fiz e deixei de fazer profissionalmente, mas aprendi a não mais atrelar meu ego ao meu trabalho. Eu não sou o que eu faço, eu sou o que eu sou. Hoje, sou só Alex. E olhe lá. E quando me perguntam o que eu faço, adoro quando perguntam o que eu faço, eu respondo que como, durmo e transo. O assunto tende a brochar por aí. Na verdade, também sou artista, escritor. Ser artista independe de fazer arte, assim como ser romancista independe de escrever romances. Ser artista é uma vocação dos sentidos, uma inclinação à contemplação. Artista não é menos artista se nunca tiver composto uma canção ou escrito um ensaio. A primeira obra de arte do artista é a sua vida. Eu costumava escrever pra ser feliz, mas se já sou feliz sem precisar escrever, vou escrever pra quê? Quando me dei conta disso, chutei o balde. Larguei minha empresa e fui dar aulinhas de inglês. Casei e separei. Escrevi e rasguei. Chupei e lambi. Antes não tinha tempo pra nada, agora tenho tempo pra tudo. Faço pão e fumo cachimbo. Beijo pezinhos e brinco com o cachorro. Leio, escrevo e passeio. Exploro, transo e experimento. Dia a dia, componho minha obra-prima: minha vida. Quando sobra tempo, escrevo. E escrevo melhor do que jamais escrevi. Hoje, tenho uma bolsa de estudos no exterior e morro de saudades dos amores que deixei no Brasil. Sou feliz.
O meu blog, Liberal, Libertário e Libertino, é sobre o processo de libertação pelo qual venho passando desde que chutei meu balde e abracei um estilo de vida diferente. Atualizado todo dia, com muito humor e literatura. O site onde você está agora funciona como o arquivo dos meus melhores textos, sobre diversos assuntos. A maioria dos leitores prefere as prisões. Dê uma passeada e veja o que acha. Depois, me conte. Por fim, se quiser ler mais, considere comprar meu livro de contos Onde Perdemos Tudo. É baratinho e você vai estar retribuindo um autor batalhador por todas as suas horas prazeirosas (espero!) de leitura aqui no site. Um grande abraço, Alex Castro (2007)"
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 23h00
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este texto foi reescrito >>>> 
Lula tem algum mérito? Sim, tem. De dar uma cara, uma única cara e barbuda, a um país continental fraturado e perigosamente dividido entre favela x condomínio, entre morro x asfalto, entre povão x elite, entre pobres x ricos, e ainda angariar popularidade como se fosse um Getúlio Vargas do século XXI. Lula, em cara de presidente, dia após dia, consegue nos livrar de nosso próprio fracasso, de nosso próprio caos. O "Lulinha paz e amor" de Duda Mendonça (que recebeu seu pagamento pela campanha do presidente de forma criminosa, o que bastaria para um impeachment) nos livra da guerra e do ódio... Então, Lula (discípulo e seguidor de FHC) tem pelo menos um mérito... ... o de acender velas para deus e o diabo, de nos iludir - nós que adoramos ser iludidos - e levar esse país com a cara e a barba... Sabe-se lá para onde... Para o futuro!
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 16h55
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A cidade de São Paulo é... uma farsa de desenvolvimento que basta um pé d'água para denunciar.
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 19h11
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No Brasil... o que dignifica o homem é o dinheiro e não o trabalho. em outras palavras: apostem na mega-sena da virada!
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 16h33
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GUERRA JUSTA Após ter enviado um reforço de 30 mil soldados ao Afeganistão... "Obama recebe o Nobel da Paz e defende necessidade de guerra" Em seu discurso... Obama teria citado a palavra "war" mais de 40 vezes.
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 20h49
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A arte tem de cantar na chuva Arnaldo Jabor Nietzsche escreveu: "Há muitos séculos, em um ponto perdido do universo, banhado pelas cintilações de inúmeras galáxias, houve um dia um planeta em que animais inteligentes inventaram o Conhecimento. Foi o instante mais arrogante e mais mentiroso da história do universo, mas foi apenas um instante. Depois de alguns suspiros da natureza, o planeta se congelou e os tais animais inteligentes tiveram que morrer." Parece o prólogo de "Guerra das Estrelas", mas é uma ironia, porque Nietzsche achava que, por trás da busca científica e racional da verdade, mora o desejo da morte, de esgotamento da vida, por uma letal explicação de tudo. No mundo atual, vemos o espantoso descompasso entre o avanço científico e humano, vemos a convivência horrível entre o Hubble, a fome e o massacre de miseráveis. Nietzsche sonhava com um futuro (nem ele escapou de um "finalismo"...) que daria sentido à vida: "A arte é mais poderosa que a Ciência, pois ela quer a vida, enquanto o objetivo final do conhecimento é o aniquilamento." Claro que não tenho nível para aprofundar este tema; mas temos hoje esta maravilhosa e imprevisível metástase da informação digital da tecno-ciência ao lado do indigente, tuberculoso desempenho artístico do mundo. Onde está a grande arte hoje? A falta de esperança ou da ilusão de futuro gerou uma debandada em todas as direções: O catastrofismo para as massas ("2012"), a industria dos "best-sellers" e auto ajuda, a literatura engajada, a literatura do cinismo histérico de um caos "pop", os tubarões petrificados (Damian Hirst), latinhas de cocô de outros picaretas e a ausência de musica erudita relevante. No cinema, por exemplo, temos de um lado o mercantilismo escroto de Hollywood e do outro a agonia do filme independente. Até pouco tempo, alguns cineastas americanos tinham fascínio por climas "densos", como eles imaginavam que era a "arte européia". Geralmente, esses filmes ficavam ridículos. Era patético ver os comedores de cachorro-quente falando do Ser e do Nada. Mas até isso acabou. Com a morte do "Absoluto europeu", os ideólogos do mercado estão eufóricos. A expressão "euro-centrismo" passou a ser um xingamento. Os mercadores americanos chamam os europeus de "decadentes e intelectualizados". Seu fracasso seria devido ao "esnobismo", recusando-se a qualquer coisa que faça sucesso comercial. Dizem: "Como são incapazes de se modernizar (leia-se: "americanizar"), os europeus se "refugiam no passado"." "O último grande pintor francês foi o Jean Dubuffet", afirma a besta quadrada do Fernando Botero, o mais domesticado dos pintores latinos e, claro, sucesso entre os burgueses de Nova York. O pior é que é verdade. A pintura européia, a música, o cinema, tudo está na UTI. Mas, a culpa é de quem? A Europa teria ficado burra? Os americanos acham que a Europa é "inteligente demais", e que isso atrapalharia a criação artística. Sempre houve uma bronca contra a "profundidade" da cultura do Velho Mundo. Isto foi tema de vários musicais e chegou, paradoxalmente, a criar obras-primas como "Cantando na chuva" ou "Band Wagon" ("Na roda da fortuna"). E no entanto, eles não sabem que a genial originalidade de seu cinema vem justamente do "superficial" em filmes sem ambições. Busby Berkeley foi tão importante quanto os "Ballets Russes". Do outro lado do muro, vemos a solidão melancólica das vanguardas e dos filmes independentes. Nos guetos, a vanguarda luta desde 1916, desde o Cabaret Voltaire, desde o dadaísmo, mas parece que ninguém mais presta atenção nestes "excluídos", porque, como sacaneou o Louis Jouvet: "Tudo muda, só a vanguarda não muda..." O conceito de "experimental" está muito ligado à idéia de sofrimento, autodestruição, à proibição da redundância como um crime e ao cultivo do desagradável e do frio. A experimentação tinha de ser, como queria Stravinsky, "exaltante". A arte se fechou numa paranóia conceitual e minimalista. Ou melhor, o mundo fechou os artistas. Movidos pela idéia socrática que Nietzsche tanto ataca, de que a arte tem de ser subordinada à Razão, os artistas caíram numa denúncia melancólica das impossibilidades. Não há futuro para a arte subordinada à razão, seja ela digital, mercantil, iluminista ou o cacête a quatro. Prevaleceu a vertente "triste" do modernismo, a vertente "conceitual" que joga sobre o "mal do mundo" apenas um vago mau humor, uma ideologia nevoenta de criticismo, apenas uma arte enojada contra o mal-estar da civilização. Acho que está na hora de se recriar um construtivismo positivo, em vez da destrutividade automática. Por que a melancolia seria mais profunda que a alegria? O "novo" não poderia ser um "belo" que denuncia , com sua luz, a injusta vida? Será a melancolia a única forma de reflexão? Como então explicar Fred Astaire, a arte pop, o jazz? Michael Jackson?Depois do pop, será que uma "Aids conceitual" não atacou tudo, depauperando a luta? E se a arte tentasse disputar pau a pau com o Sistema, mesmo sabendo que perde, em vez de cair nesta auto-flagelação acusatória? Outro dia fui ver "Lua Nova" com meu filho. O filme é ruim, mas é "bom" há ali algo de novo, como se fosse filmado e montado por vampiros e lobisomens. "Batman" tambem é ruim, mas é "bom" um apocalipse ou uma apoteose de efeitos especiais que transformam em caretice linear o surrealismo ou o dada. Sempre esculachei o cinema brutalmente comercial, mas hoje vejo que há nestes novos delírios de massa alguma semente formal do que poderíamos chamar de um novo "barroco digital". Precisamos de arte, como uvas e frutos e danças e como um coro de Silenos, de Dionísios, pois a ciência e a razão querem chegar até os ossos da "essência". A arte tem de ser o grande ritual de embelezamento da vida. Nietzsche: "A ilusão é a essência em que o homem se criou." A arte é a ilusão aceitada, a clareza feliz de que a aparência é o lugar do humano e que só nos resta essa hipótese de felicidade num planeta gelado.
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 09h28
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Lula é a imagem e semelhança desse outro Brasil... pobre, infeliz e mais ou menos analfabeto que a elite incompetente brasileira inventou e desprezou por séculos... e que não se vê na cara do FHC ou do Serra etc... Lula então é um acerto de contas com o passado... se o Brasil tivesse feito o dever de casa direitinho desde JK eu acho que nessa altura do campeonato um operário rude e sem formação jamais teria vez como presidente... estaríamos noutro patamar... seriam outras as nossas exigências... mas a história do Brasil foi construída com muitas lacunas... foi mal construída... e o Lula e sua popularidade denunciam isso... um exemplo é a relação (ou falta de) entre o "índice de desenvolvimento humano" e o fato de sermos a "oitava economia do mundo"... um descompasso flagrante... uma farsa... o Brasil parece até aquele estudante que chegou no final do ano pensando que fosse ter direito de tirar férias antecipadas e de ir para a praia mais cedo mas aí caiu na real quando viu o boletim e soube que estava em recuperação, inclusive correndo o risco de repetir o ano... agora vai ter que voltar a estudar aquelas matérias dadas lá no início do ano e que foram mal aprendidas ou não foram aprendidas... quer dizer, vai ter que voltar no tempo... Lula é esse acerto de contas, é essa volta, esse retorno, esse passo atrás, essa recuperação... Lula personifica esse alto preço que a elite e a classe média - em geral caladinha, quietinha, cheirosinha e cristã - têm de pagar pelos pecados e pela omissão do passado... Lula é, enfim, um mal necessário.
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 15h56
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comemorei meu aniversário correndo... corri por 2 horas sem parar... pra ser mais exato corri 2:02 horas... da esquina da Vovó Catarina (Conde de Bonfim, 885) até a Barra sem parar. é chão... um feito e tanto. praticamente uma meia maratona... tudo isso só pra dizer pra mim que estou vivo. e acaba valendo como um recado pra deus, esse filho da puta homicida, que anda louco atrás de me matar. há décadas que sempre no mesmo dia do ano eu comemoro enquanto mando ele tomar no cu! tô no lucro... "QUEM AMA NÃO TEM PAZ"
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 00h00
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FESTA DE ANIVERSÁRIO alguém me ajuda a derrubar essa garrafa de 1L de Jack Daniel's que estou tomando agora?
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 19h46
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todas as noites em que me deito na cama que meu pai fez pra mim quando eu era criança tenho medo de morrer... foi nessa cama que minha mãe morreu.
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 00h41
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Que mistério tem Clarisse? "Olhar-se ao espelho e dizer-se deslumbrada: Como sou misteriosa". ... "Não vou morrer, ouviu, Deus? Não tenho coragem, ouviu? Não me mate, ouviu? Porque é uma infâmia nascer para morrer não se sabe quando nem onde. Vou ficar muito alegre, ouviu? Como resposta, como insulto". ... Fiquei impressionado como tanto Clarisse Lispector quanto Umberto Eco se aproximam quando submetem a morte a uma análise de profundidade filosófica. Enquanto para Eco a morte constitui um limite desencorajador e humilhante... Clarisse afirma que é uma infâmia nascer para morrer... Para Eco as listas e coleções surgem como resposta à morte porque não queremos morrer. A resposta de Clarisse à morte vem como insulto a Deus. A sua vingança é manter-se alegre, muito alegre. Na equação final teríamos como antídotos à morte em Eco e Clarisse... As listas, as coleções e a alegria, muita alegria. ... O Carnaval será uma síntese?
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 17h07
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Umberto Eco "A lista é a origem da cultura. Ela faz parte da história da arte e da literatura." ... "O que a cultura quer? Tornar a infinitude compreensível. Ela também quer criar ordem - nem sempre, mas com frequência." ... "E como, enquanto seres humanos, lidamos com a infinitude? Como é possível entender o incompreensível? Através de listas, através de catálogos, através de coleções em museus e através de enciclopédias e dicionários." ... "Nós também temos listas totalmente práticas - listas de compras, testamentos, cardápios - que, a seu modo, também são conquistas culturais." ... "Para onde quer que você olhe na história da cultura, encontrará listas." ... "Em "Ulysses", James Joyce descreve como seu protagonista, Leopold Bloom, abre suas gavetas e tudo o que ele encontra dentro delas." ... "(...) Homero, por exemplo. Na "Ilíada", ele tenta transmitir uma impressão do tamanho do exército grego. Primeiro ele usa metáforas: "Assim como um grande fogo florestal investe contra o topo de uma montanha e sua luz é vista de longe, enquanto marchavam, o brilho de suas armaduras reluzia nas alturas do céu". Mas não fica satisfeito. Ele não consegue encontrar a metáfora certa, então implora às musas para que o ajudem. Então ele chega à ideia de listar os nomes de muitos, muitos generais e seus navios." ... "Sempre fomos fascinados pelo espaço infinito, pelas estrelas incontáveis e galáxias além das galáxias. Como uma pessoa se sente olhando para o céu? Ela acredita que sua língua não é suficiente para descrever o que vê. Os amantes estão na mesma posição. Eles experimentam uma deficiência de linguagem, uma falta de palavras para expressar seus sentimentos. Mas os amantes tentam parar de fazer isso? Eles criam listas: seus olhos são tão belos, assim como sua boca, e a sua clavícula..." ... "Nós temos um limite, um limite muito desencorajador e humilhante: a morte. É por isso que gostamos de todas as coisas que acreditamos não ter limites, e que, portanto, não têm fim. É uma forma de fugir dos pensamentos sobre a morte. Gostamos de listas porque não queremos morrer." ... "Uma pessoa contemplando uma pintura sente necessidade de abrir a moldura e ver que coisas estão à esquerda e à direita da tela. Esse tipo de pintura é verdadeiramente uma lista, um recorte da infinitude."] ... "A lista é o marco de uma sociedade altamente avançada, desenvolvida (...)" ... "Por exemplo, vejo as pinturas do barroco holandês como listas: as naturezas-mortas com todas aquelas frutas e as imagens de armários opulentos de curiosidades. As listas podem ser anárquicas." ... "A cultura não é saber quando Napoleão morreu. Cultura significa saber como posso descobrir isso em dois minutos. É claro, hoje em dia posso encontrar esse tipo de informação na internet em menos tempo. Mas, como eu disse, nunca se pode ter certeza com a internet." ... "Se você interage com as coisas em sua vida, tudo muda constantemente. E se nada muda, você é um idiota." 
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 23h47
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No portal UOL Madonna no Brasil: "Cantora chora com doação milionária..." ... Sinceramente, até eu choraria se recebesse uma doação dessa...
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 00h02
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"Cada coisa é para nós."
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 19h08
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Jesus, minha Luz Há quem diga que só Madonna não sofreu com o apagão que se abateu sobre o Rio...
Sumiço estratégico Temendo ser questionada sobre o apagão Dilma Roussef desmarcou compromissos e desapareceu nesta quarta-feira, perceberam?
Escrito por artedeescrever@yahoo.com.br às 00h46
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